Durante o Brasil Império houve mais avanços para as mulheres em vários aspectos como na cultura, na educação e na sociedade. Muitas mulheres corajosas ajudaram construir uma nação nova em busca de uma identidade.


Durante a guerra da independência, a participação feminina nas lutas populares foi marcante, como em 1823, Maria Felipa de Oliveira, uma mulher negra e marisqueira - que significa que ela coletava mariscos de modo artesanal - na Bahia, liderou um grupo de mulheres na Ilha de Itaparica para queimar navios dos soldados portugueses para defender a costa baiana.


A partir da Independência consolidada, o acesso das mulheres à educação começou a ser discutido pela lei. Em 1827, foi criada a primeira lei de educação do Brasil independente. Ela determinava a abertura de escolas para meninas nas cidades maiores. Entretanto, as meninas tinham que aprender apenas matemática básica e tarefas domésticas, como costura e bordado, mas foi o primeiro passo para a entrada das mulheres nas escolas. Para continuar, acesse:

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