A IA escreve seu e-mail, monta sua apresentação, revisa o código e até sugere como você deve conversar com alguém do seu time.
Prático? Muito.
Mas fica uma pergunta meio desconfortável: quanto mais a ferramenta pensa por você, o que acontece com a sua capacidade de raciocinar, decidir e lidar com situações difíceis?
Neste episódio, Tatiane conversa sobre o risco de transformar a IA em piloto automático para tudo. Porque julgamento, criatividade, pensamento crítico e leitura de pessoas também precisam de treino. Quando você deixa de praticar, essas habilidades começam a enferrujar.
A proposta aqui não é abandonar a IA. É usar primeiro o cérebro e depois a ferramenta. Criar seu próprio raciocínio, rascunhar sua posição, encarar o desconforto e só então pedir ajuda para revisar, questionar ou melhorar.
A IA pode acelerar o seu trabalho. Só não deveria ocupar a cadeira de quem toma as decisões.
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