A hiperprolificidade entregou mais nascidos totais, mas transferiu a conta para a fisiologia da matriz: partos de até 300 minutos ainda tratados como normais, crescimento intrauterino retardado e demanda de 200 a 250 g de colostro por leitão. No SuinoCast, o PhD. César Garbossa (FMVZ-USP) abre os bastidores da inovação em nutrição de fêmeas: curva glicêmica de carboidratos no pré-parto, blend de fibras validado por fermentação in vitro, controle da constipação na lactação e a dieta de transição que a suinocultura ainda não copiou do leite. Antes de chegar ao campo, tudo isso passou pela bancada.
“A hiperprolificidade hoje é extremamente interessante do ponto de vista produtivo. Mas até que ponto? Até que custo?” — PhD. César Augusto Garbossa
Médico Veterinário pela Unicentro, com especialização em Gestão de Agronegócios. Mestre em Ciências Veterinárias, doutor e pós-doutor em Produção e Nutrição de Não Ruminantes pela UFLA. MBA em Agronegócios e MBA em Gestão de Pessoas pela USP/ESALQ. Foi professor adjunto da UFRA, em Paragominas (PA). É Professor Associado do VNP/FMVZ-USP, onde coordena o Laboratório de Pesquisa em Suínos e o Laboratório Multiusuário de Nutrição Animal e Bromatologia. Atua em suinocultura, matrizes, saúde intestinal, aditivos e nutrição.
Episódio: MATRIZ HIPERPROLÍFICA - PhD. César Augusto Garbossa
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