O Ministério Público do Rio abriu uma ação de improbidade administrativa contra sete ex-servidores que atuaram no gabinete do então vereador Carlos Bolsonaro (PL) e pediu a devolução de R$ 1,9 milhão aos cofres públicos. Segundo a promotoria, os investigados participaram de um esquema de rachadinha, prática em que assessores repassam parte dos salários recebidos ao grupo responsável pela arrecadação.
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