Uma chuva que ameaça estragar um piquenique abre caminho para uma ideia formulada há mais de dois mil anos: antes de gastar energia brigando com o que acontece, vale perguntar o que realmente depende de nós. A conversa apresenta o estoicismo a partir de Zenão de Cítio e passa por Epicteto, Sêneca e Marco Aurélio para mostrar que aceitar a realidade não significa ficar parado. Entre provas, injustiças, emoções e escolhas, Bárbara e Babica descobrem que não controlamos o mundo, mas podemos aprender a cuidar melhor da maneira como respondemos a ele.
Host: Bárbara Stock e Babica
Takeaways
O estoicismo começa pela distinção entre aquilo que depende de nós e aquilo que está fora do nosso controle.
Aceitar que algo aconteceu não significa desistir de agir, mas partir da realidade para escolher a melhor resposta possível.
Emoções como tristeza, medo e raiva continuam existindo; o desafio é não permitir que elas decidam automaticamente como vamos agir.
Capítulos
O piquenique e a chuva O que realmente depende de mim? Zenão de Cítio e o nascimento do estoicismo De Sêneca a Marco Aurélio Epicteto e as escolhas que permanecem Aceitar não é ficar parado Não controlar o mundo, mas escolher como agir
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