O último debate presidencial antes do primeiro turno das eleições foi cancelado pela Globo poucas horas antes de seu início. Decisões do TSE e do STF mudaram as regras que tinham sido acertadas com as campanhas. A Globo recebeu duas notificações. A primeira, da ministra Estela Aranha, do TSE, que proibiu a emissora de manter o púlpito vazio de quem não fosse ao debate. A segunda, do ministro Gilmar Mendes do STF, determinando que Renan Santos, do Missão, fosse incluído no programa. Ele estava de fora porque seu partido não atingia a representação mínima no Congresso exigida por lei. E teve ainda uma outra anterior a estas duas, a do Ministro Nunes Marques, que alterou o entendimento sobre a contagem de parlamentares e garantiu a presença de Romeu Zema no debate. Lula já tinha dito, no início da semana, que não iria ao debate e deu entrevista ao Flow Podcast. Já Flávio Bolsonaro cancelou a participação pouco antes do início do debate e fez uma live no Youtube. Os jornalistas Flávia Tavares, Pedro Doria e Yasmim Restum conversam com o analista Alexandre Borges sobre as perspectivas para o primeiro turno das eleições presidenciais no Central Meio de 2 de outubro de 2026.
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