US$ 132 milhões a US$ 1,32 bilhão em perdas evitadas na citricultura paulista, usando feromônio. Esse é o número que abre este episódio. E que justifica a pergunta: por que semioquímicos ainda são tratados como ferramenta alternativa no MIP?
Neste episódio, te falo sobre o panorama dos produtos feromônicos registrados no Brasil, as três estratégias de uso (monitoramento, armadilha de massa e disrupção de acasalamento), e a conexão entre voláteis induzidos por herbivoria e o recrutamento de parasitoides. Com base em Barbosa et al. (2025) e Guo & Wang (2025), Crop Health.
Para quem quer entender MIP além do inseticida.
Artigos Utilizados:
Guo, H., Wang, C.Z. (2025). Harnessing semiochemicals for parasitoid-based biological control: from laboratory identification to field applications. Crop Health, 3, 21. https://doi.org/10.1007/s44297-025-00061-4
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