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Como Viver Sem Sentido: O Que A Filosofia Descobriu Em 2.600 Anos — Prof. Dr. Mateus Salvadori

Dela

A pergunta “qual o sentido da vida?” tem menos de 200 anos. Antes do século XIX ninguém perguntava isso, porque a resposta já vinha pronta: primeiro pelo cosmo dos gregos, depois pelo Deus dos medievais, depois pela razão dos modernos. Quando esses três princípios caem, sobra o vazio, e é aí que Nietzsche entra martelando. Neste episódio o Prof. Dr. Mateus Salvadori reconstrói o colapso da metafísica ocidental e mostra por que Platão, o cristianismo e a própria ciência moderna são, cada um à sua maneira, formas de niilismo.Quem é Mateus Salvadori: Doutor em Filosofia, professor universitário de Filosofia há mais de 15 anos e pesquisador da área. Autor de vários artigos acadêmicos e do livro “Metafísica e Filosofia Prática: Hegel e o formalismo kantiano”. Já ensinou Filosofia para mais de 17 mil alunos por meio de seus cursos online, entre eles o Filosofia 360 Graus, com cerca de 50 horas de aulas gravadas e aula inédita toda semana.#semgroselha #filosofia #nietzsche   / fermentotv    / semgroselhapdc    / mateus.salvadori  Capítulos:00:00:00 A vida tem sentido? A pergunta que só nasce no século XIX00:00:41 O que é metafísica e de onde vem o termo00:01:56 Cosmo, Deus e razão: os três princípios que sustentaram o Ocidente00:05:45 Por que a metafísica entra em crise00:08:06 Nietzsche e o filosofar a marteladas00:09:57 As quatro formas de niilismo segundo Deleuze00:10:32 Niilismo negativo: Platão e a teoria dos dois mundos00:14:00 Sócrates e o elogio da morte00:15:22 O cristianismo é um platonismo das massas00:18:32 Niilismo reativo: quando a ciência vira a nova verdade00:21:52 Deus está morto: o que Nietzsche realmente quis dizer00:22:49 Niilismo passivo: o vazio do senso comum00:24:01 Niilismo ativo: amar esta vida, esta terra00:29:15 Sentido x propósito: a distinção que muda tudo00:32:01 Existencialismo de Sartre: condenados à liberdade00:35:41 Má fé: a desculpa que você dá todo dia00:38:39 Absurdismo e o mito de Sísifo00:44:45 O absurdo: o mundo é silencioso e nada responde00:45:37 Suicídio filosófico: quem foge do absurdo00:47:39 Revolta e lucidez: é preciso imaginar Sísifo feliz00:48:55 Don Juan, o ator e o conquistador00:51:39 Mateus revela: quase sete anos no seminário00:55:15 A loucura de Nietzsche: três hipóteses00:56:37 Amor fati e eterno retorno: por que quase ninguém alcança01:00:11 Aristóteles: os três tipos de vida01:01:11 Frônesis: a sabedoria que só se aprende aplicando01:02:35 As escolas helenísticas e a busca da ataraxia01:04:29 O grupo de amigos de 80 anos que Mateus mantém desde 200501:06:51 Epicurismo: o hedonismo que ninguém entendeu01:08:59 Estoicismo: apatia não é ausência de emoção01:16:03 A filosofia serve como ferramenta de transformação pessoal?01:18:05 Por que a filosofia não fica datada como a ciência01:19:51 Popper, falseabilidade e pseudociência01:21:15 Deus na história da filosofia, dos pré-socráticos aos modernos01:25:03 O Deus de Espinosa: panteísmo x panenteísmo01:30:13 Liberdade é entender as causas01:32:23 O debate do livre-arbítrio: Espinosa, Sartre e a neurociência01:40:09 Hegel: a liberdade que supera o livre-arbítrio01:44:23 A inteligência leva ao sofrimento?01:45:01 A máquina de experiência de Nozick01:47:35 O que sobra: propósito, amizade e vida examinada01:51:53 Trabalho vem de tortura: o ócio criativo01:55:47 A biblioteca e o tempo: o que Mateus queria aos 13 anos

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