Dizendo-se convicto de que esta noite vai poder finalmente “dormir tranquilo”, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, afastou qualquer cenário de demissão do cargo, pelo menos por agora, endossando, porém, a última palavra para o primeiro-ministro. “Se isto tivesse corrido muito mal, sim, a minha posição não havia dúvidas de que estaria em causa, mas não é isso que estamos a ver”, respondeu aos jornalistas, para sustentar que os erros detectados (“casos muito esporádicos” como a troca de folhas) têm já uma causa identificada.
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