O fascínio do Ocidente pelo Oriente tem início no século XVI. Objetos da China e do Japão, chegados através de trocas comerciais, deslumbraram os europeus com a sua decoração e a sua técnica. Os desenvolvimentos tecnológicos dos transportes, no final do século XIX, vieram potenciaram estas trocas culturais. Nascia assim um encanto generalizado pelas artes e pelos costumes provenientes do outro lado do globo, ao qual Gulbenkian se associou fervorosamente enquanto colecionador.
Neste sexto episódio do podcast, João Carvalho Dias, diretor-adjunto do Museu Calouste Gulbenkian, e Rui Ramos, historiador, conversam sobre o fascínio de Calouste Gulbenkian pelas obras da China e do Japão.
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