Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?
Miguel Sousa Tavares analisa os temas que marcam a atualidade. Sobre as explicações do MAI diz que não entende porque demoraram três semanas, mas defende que “não vê motivo para tanto estardalhaço”. O cronista entende que depois de 30 anos em funções, podemos concluir que Luís Neves “não foi corrompido”. Sobre a comissão que arranca em setembro, considera que os trabalhos “vão pôr em causa a PJ”, que tem estado "a reagir às televisões". Sobre o negócio das três fragatas adquiridas pelo PM em Itália diz que o “essencial não foi explicado”. Falamos ainda dos incêndios e da falta de combate às alterações climáticas: “É evidente que o clima está descontrolado. por ação humana”.
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