A privatização parcial da TAP, cujo concurso teve como vencedor a alemã Lufthansa, anunciou esta quarta-feira o Governo, é vista por Miguel Sousa Tavares como um alívio. “O preço é bom, a opção foi boa, a companhia vai crescer e, sobretudo, enquanto contribuinte, eu digo ‘ufa, vou ficar livre da TAP’. Finalmente, porque eu lembro-me de Cavaco Silva [primeiro-ministro entre 1985 e 1995] dizer ‘esta é a última injeção que os contribuintes fazem na TAP’ e entretanto houve várias”, recordou na mais recente edição de Miguel Sousa Tavares De Viva Voz.
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