A utilização de algoritmos por empresas para avaliar o desempenho de funcionários chegou à pauta da Justiça do Trabalho. Decisões tomadas na gestão de pessoas sem supervisão humana têm gerado riscos jurídicos para empregadores.
É o caso de uma funcionária que voltou da licença-maternidade e não recebeu a promoção prometida. O motivo alegado foi sua produtividade abaixo da média: o algoritmo usado pelo RH havia considerado o período em que ela ficou afastada como queda de rendimento.
A história é discutida no novo episódio do podcast UOL Prime, que recebe o colunista Graciliano Rocha. Ele conversa com o apresentador José Roberto de Toledo sobre a chamada “discriminação algorítmica" e os riscos jurídicos para empresas que deixam decisões sobre seus funcionários nas mãos dessas ferramentas.