Se ser uma mãe suficientemente boa já parece difícil, ser uma mãe suficientemente boa quando a família que imaginámos para os nossos filhos se separa pode parecer quase impossível.

 

Para além da dor da separação, as mães carregam também o peso da culpa, do julgamento social e da sensação de falhanço.

Se frequentemente as mães (ainda) tentam ser «Super Mães», quando há uma separação muitas procuram transformar-se em «Ultra Mães».

 

Há uns anos, a Susana Almeida fartou-se das mães perfeitas, dos filhos perfeitos, da ideia de que por eles todos os sacrifícios são pequenos e de que na maternidade há muito pouco (ou nenhum) espaço para o cansaço, a irritação, adúvida, o erro ou, simplesmente, para a mulher que continua a existir para além da mãe.

 

A Susana é mãe de dois filhos, professora e autora do livro e da página «Ser Super Mãe É uma Treta». É sobre a treta de tentarmos ser Super-Mães que vamos falar neste episódio.

 

Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas.

 

Conteúdos abordados:

1.   A origem do «Ser Super Mãe É uma Treta».

2.  Culpa, privilégio e a bolha.

3.  A felicidade dos nossos filhos não está nasnossas mãos.

4.  As camadas e camadas de exigências.

5.  A multiplicar a culpa na separação.

6.  A utilidade da culpa.

7.   A guerrilha das parentalidades.

 

O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, YouTube e nas restantes plataformas de podcasts.

 

Podes adquirir o livro da Susana - «Ser Super Mãe É uma Treta» - em qualquer livraria física e online.

 

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