Se ser uma mãe suficientemente boa já parece difícil, ser uma mãe suficientemente boa quando a família que imaginámos para os nossos filhos se separa pode parecer quase impossível.
Para além da dor da separação, as mães carregam também o peso da culpa, do julgamento social e da sensação de falhanço.
Se frequentemente as mães (ainda) tentam ser «Super Mães», quando há uma separação muitas procuram transformar-se em «Ultra Mães».
Há uns anos, a Susana Almeida fartou-se das mães perfeitas, dos filhos perfeitos, da ideia de que por eles todos os sacrifícios são pequenos e de que na maternidade há muito pouco (ou nenhum) espaço para o cansaço, a irritação, adúvida, o erro ou, simplesmente, para a mulher que continua a existir para além da mãe.
A Susana é mãe de dois filhos, professora e autora do livro e da página «Ser Super Mãe É uma Treta». É sobre a treta de tentarmos ser Super-Mães que vamos falar neste episódio.
Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas.
Conteúdos abordados:
1. A origem do «Ser Super Mãe É uma Treta».
2. Culpa, privilégio e a bolha.
3. A felicidade dos nossos filhos não está nasnossas mãos.
4. As camadas e camadas de exigências.
5. A multiplicar a culpa na separação.
6. A utilidade da culpa.
7. A guerrilha das parentalidades.
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Podes adquirir o livro da Susana - «Ser Super Mãe É uma Treta» - em qualquer livraria física e online.
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