A pesquisadora Letícia Lotufo explica que a bioprospecção de organismos marinhos para a criação de remédios é nova.

Mesmo  assim, do início nos anos 60 até hoje, 13 medicamentos já nas farmácias mundiais foram alcançados devido a contribuição do espaço marinho.  Destes, oito são para o câncer.

Letícia reclama da burocracia brasileira que inibe a prospecção, e do tempo, e fortes investimentos, que um organismo marinho precisa até se  transformar numa droga para uso humano.

Para ela, "estamos sentado em cima de um tesouro”.

Esta é mais uma riqueza desconhecida da Amazônia Azul.

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