Foram mais de 20 anos entre as primeiras aventuras com RPG e o dia em que entreguei um livro afrofuturista ao presidente Lula, no Palácio do Planalto. Neste episódio, conto como a imaginação que começou nos jogos se tornou profissão e por que o Marco Legal dos Games pode abrir caminhos para outros escritores, roteiristas, quadrinistas e criadores brasileiros. Mais do que um encontro marcante, essa jornada levanta uma questão: o que o Brasil precisa fazer para que jovens que sonham em criar mundos também possam viver do próprio trabalho?
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