"A poesia serve para sermos humanos, para sermos só alma. Para não sermos aquilo que fazemos. Para quando me perguntam o que é que eu sou, eu não responder com aquilo que eu estudei e aquilo que eu faço, mas responder comos sussurros das montanhas."
Sara Duarte Brandão nasceu no Porto. em 1997. Licenciada em Design de Comunicação e Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes, é Facilitadora em Criação Artística Comunitária e doutoranda em Ciências da Educação com uma bolsa da FCT.
Escreve poesia e ficção, e os seus livros já lhe granjearam alguns prémios literários. O seu romance Quem Tem Medo dos Santos da Casa foi galardoado com o Prémio Literário Cidade de Almada – Romance (2023). Foi a vencedora da 2.ª edição do Prémio Wook Novos Autores (2025) tendo o júri destacado a forma como «revisita e transfigura os lugares-comuns da língua, atribuindo-lhes novos sentidos, com uma destreza reveladora de um invulgar talento literário».
Poemas:
— “Aprendizagens”, Ana Luísa Amaral;
— “outros amaram em mim a mulher”, Mar Becker;
— “XXXVII”, Maria da Graça Varella Cid;
— “Não somos desses que vão pelo caminho é antes ocaminho”, Adonis;
— “Mulher-Bordadora”, Maria Teresa Horta;
— “3.”, Vasco Gato;
— “13”, Alejandra Pizarnik;
— “81”, António Reis;
— “Sara”, Daniel Faria;
— “ir indo”, Joaquim Castro Caldas.