O próximo presidente da República deverá indicar ao menos quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF): a vaga aberta com a saída do ex-ministro Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025, e as que serão abertas com as aposentadorias compulsórias dos ministros Luiz Fux, em 2028, Cármen Lúcia, em 2029, e Gilmar Mendes, em 2030. O vídeo explica como os ministros são escolhidos, quanto tempo podem permanecer no cargo e como o calendário de aposentadorias define a participação de cada presidente na composição da Corte.
O vídeo também aborda as funções acumuladas pelo STF, o volume de processos e de decisões monocráticas em comparação com as cortes constitucionais da Alemanha, dos Estados Unidos e da França, e os episódios que ampliaram a presença do tribunal na vida política do país, do julgamento do Mensalão ao caso Banco Master. Segundo pesquisa Datafolha de abril de 2026, 75% dos brasileiros avaliam que os ministros do STF têm poder demais.
Por fim, são apresentadas as propostas de reforma em discussão. Entre elas estão o código de ética proposto pelo ministro Edson Fachin, presidente do STF, a proposta de emenda à Constituição do senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso Nacional, e projetos sobre mandatos fixos, regras de indicação e limites às decisões individuais. O vídeo trata ainda da rejeição, pelo Senado, da indicação de Jorge Messias, então advogado-geral da União, e do rito de impeachment de ministros.
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