Um ouvinte tem um fundo de emergência equivalente a 6 meses de despesas, não quer fazer créditos e precisa de trocar o carro antigo por um seminovo. Parece simples: usar o dinheiro que tem e pagar o carro a pronto. Mas será uma boa decisão?
Neste episódio do Vamos a Contas, respondo a esta dúvida e explico quando pode fazer sentido usar parte do fundo de emergência para comprar um carro - e quando isso pode deixar a família numa situação financeira perigosa.
Quanto deve ficar intocável? Faz diferença haver dois salários em casa? É preferível recorrer a crédito ou ficar praticamente sem poupanças? E como evitar que a próxima troca de carro volte a ser uma “emergência”?
Faço as contas com exemplos práticos para perceber até onde pode ir sem destruir a rede de segurança financeira da família.
Boas poupanças!
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