A ira e a misericórdia são as duas formas pelas quais se expressa o único e infinito amor de Deus. Ele, que por pura bondade premia os justos com a alegria eterna do Céu, castiga também os maus com as penas intermináveis do Inferno. É disto que nos fala o Evangelho de hoje, em que vemos o Coração manso e humilde de Nosso Senhor repreender com justiça as cidades impenitentes de Corazim e Betsaida, que rejeitaram a Ele e a pregação dos Apóstolos.
Ouça a homilia desta terça-feira, dia 14 de julho, e compreenda por que até mesmo a correção de Deus é uma manifestação do seu infinito amor.
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