Você, terapeuta, já topou com pacientes que ficam esquivos ao tratar determinados assuntos? Mudam o rumo da conversa, fazem piada ou chegam até a ficar agressivos.
A relação entre terapeuta e paciente é tão importante que pacientes difíceis são uma área de estudo para os psicólogos. Como lidar com eles e vencer as barreiras? E para nós, pacientes, como reconhecer se somos difíceis e superar essas travas (para o nosso próprio bem)?
Conversamos com Claudia Oshiro, docente e pesquisadora do Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da USP e coordenadora do Laboratório de Terapia Comportamental da USP.
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